Goioerê: os desafios que o próximo prefeito terá de enfrentar em 2021

Faltam pouco mais de vinte dias para que os eleitores de Goioerê cumpram a missão de ir às urnas para escolher quem vai ser o próximo prefeito da cidade. E enquanto isso não acontece, a gente se pergunta: o que a comunidade espera do próximo gestor?. E quais as dificuldades que ele terá pelos próximos quatro anos?.

São pergunta pertinentes e para aqueles que não sabem, quem assumir a prefeitura de Goioerê, terá inúmeros desafios pela frente, como melhorar a saúde da população, com a contratação de médicos especialistas, zerar a fila por exames, valorizar mais os profissionais da área e garantir mais remédio nas farmácias básicas.

É assim que pensa Kethin Mayara Siqueira Souto, moradora do bairro Santa Casa. Segundo ela, o maior desafio do próximo prefeito, é justamente melhorar a saúde, em especial o atendimento nas UBS. “O atendimento, em especial por parte de que faz a recepção aos pacientes, precisa ser melhorado, ser mais humanizado”, destaca ela.

Mãe de uma criança de dois anos, Kethin diz que apesar da UBS de seu bairro contar com pediatra, a saúde ainda deixa a desejar. “A gente sabe que não está fácil para ninguém e o bom atendimento, com carinho, pode ser o grande diferencial, por isso afirmo que precisa ser melhorado”, completou ela.

Do mesmo pensamento comunga Lorena Roberta Fernandes, que diz que o principal desafio do próximo prefeito será a saúde. “Nossa saúde não está boa. É preciso investir mais, com a contratação de médicos especialistas e atendimento mais rápido. Creio que este é o desafio de quem assumir a prefeitura em 2021”, disse ela.

Na verdade, são muitos os problemas e desafios que o próximo gestor terá de enfrentar, mas o maior deles, ao que tudo indica, será a promoção de geração de emprego e renda. Há anos, Goioerê é obrigada a ver seus filhos deixarem a cidade em busca de empregos em centros maiores e essa realidade precisa ser mudada.

“Na minha opinião o maior desafio de quem assumir a prefeitura no ano que vem, será a geração de emprego”, diz Claudinéia de Oliveira, moradora do Jardim Primavera. Desempregada, ela diz que o município precisa de um gestor que trabalhe para fomentar esse setor, sem a necessidade das pessoas saírem da cidade para sobreviver.

Este também é o pensamento de Adilson Roberto Prates Fialho, morador da Vila Candeias. Ele cita que Goioerê precisa de indústrias, ainda que pequenas, mas que gerem empregos para as pessoas da cidade. “Infelizmente a gente sofre por conta do desemprego”, diz ele.

Adilson cita também, que um dos desafios do próximo prefeito, será a melhoria do setor de esportes. “Nosso esporte está abandonado. Os campos estão no mato, alambrados destruídos e ninguém faz nada”, citou, acrescentando que o próximo gestor tem que investir em obras de reformas e melhorias das praças esportivas. “Não tem um campo bom para nossos filhos praticarem futebol, por exemplo”, concluiu.

Além da geração de empregos, o próximo prefeito deve ainda implementar políticas públicas para redução do déficit habitacional. A construção de novas casas populares para as famílias de baixa renda deve ser prioridade do novo gestor.

Já na área da educação, Goioerê registrou alguns avanços com a atual administração, com investimentos em obras de reformas de escolas e CEMEIs, aumento da oferta de vagas nas creches, no entanto falta uma política de valorização do professor e novas oportunidades para capacitação, que agora se tornará ainda mais necessária em virtude da pandemia.

No campo da Cultura, o próximo prefeito da cidade precisará implantar política de valorização aos artistas locais, criando espaços e oportunidades para se apresentarem em público.

No esporte, o fomento ao futebol amador não pode ser deixado de lado, além da volta da realização de competições envolvendo as comunidades locais, em especial os bairros da cidade. Também se fará necessário apoio para participação de outras modalidades nas competições regionais e estaduais.

“Sem dúvida. O próximo prefeito precisa melhorar a saúde, acabar com as filas que sempre foi um problema para aqueles que precisam de uma consulta ou de um exame. O atendimento tem que ser mais rápido”, destacou Lorena.

 

 

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