Copacol apresenta melhores de dezembro nas integrações

A ano de 2023 foi de bons índices zootécnicos para os cooperados que atuam no sistema de integração nas atividades de aves, suínos e peixes em parceria com a Copacol. Para fechar o ano com a confirmação desses bons resultados, confira quais foram os produtores integrados que obtiveram os melhores índices de produtividade no mês de dezembro:

SUINOCULTURA

O melhor IEP do mês de dezembro entre todos os produtores que atuam na suinocultura da Copacol foi obtido pelo cooperado de Nova Aurora, Arlindo Pesenti, com resultado de 607 pontos. Outro produtor de Nova Aurora que também se destacou foi José Joaquim de Souza, com 602 pontos. Além desses, se destacaram: Paulo Schumann, de Cafelândia, com 580 pontos; Wilson Delabenetta, de Nova Aurora, com 580; Sergio José Ferrari, com 577; e Devair Tonelo Sonsin, de Formosa do Oeste, com 574 pontos.

Quando se fala em conversão alimentar por peso vivo, o cooperado de Nova Aurora, Abrahão Gentil da Silva se destaca com 2.095 Kg, Luciane Cristina Roessler, de Cafelândia, com 2.101 Kg, Silvio dos Santos, de Cafelândia, com 2.102 Kg, José Joaquim de Souza, de Nova Aurora, com 2.108 Kg, e Douglas da Silva, de Cafelândia, com 2.133 Kg.

Já em crescimento diário por suíno vivo, os destaques foram: Arlindo Pezenti, com 1.078 KG, José Joaquim de Souza, com 1.065 Kg, Paulo Schumann, de Cafelândia, com 1.064 Kg, Amanda Clemente dos Reis, de Cafelândia, com 1.054 Kg, e Wilson Delabenetta, de Nova Aurora, com 1.048 Kg.

PISCICULTURA

Entre todos os produtores que entregaram peixes à Cooperativa no mês de dezembro, Anaor de Oliveira Teixeira, de Formosa do Oeste, se destacou com o índice de 1.375 Kg de conversão alimentar. Mauricio Luiz Kosinski, de Cafelândia, ficou com a segunda colocação, ao obter 1,380 Kg, e em terceiro Maria Inez Balensiefer, de Cafelândia, com 1.384 Kg.

No critério crescimento diário, o cooperado Mauricio Kosinski se destacou com um índice de 2.98 gramas, Anaor de Oliveira Teixeira vem logo em seguida com um crescimento dos peixes de 2.95 gramas por dia e fechando os melhores resultados do mês, Nestor José Braun, de Jesuítas, com 2.75 g ao dia.

Já no critério rendimento de filé, o destaque vai para o cooperado, Moacir Quiqueto Casaqui, de Tupãssi, que obteve um índice de 38.03%, Nestor Braun, com 37.78%, e Maurício Kosinski, com 37.59%.

AVICULTURA

A maior pontuação do mês na atividade de avicultura vem do município de Tupãssi. A cooperada Alda Moratelli se destacou com 477 pontos de IEP (Índice de Eficiência Produtiva), com peso médio por frango de 2.768Kg, conversão alimentar de 1.506 Kg e um crescimento diário de 74.73 gramas. Esses índices zootécnicos fizeram dela a avicultora destaque do mês de dezembro.

A segunda maior pontuação do período ficou para o produtor de Cafelândia João Oleinik, com 472 pontos e com a terceira melhor pontuação do mês vem o cooperado de Nova Aurora, Natalício Esser, com 468 pontos. A média geral de dezembro ficou em 408 pontos.

No critério conversão alimentar os destaques foram: Soeli Lingoski, de Cafelândia, com 1.432 Kg; Vilson Drzenicki, de Cafelândia, com 1.492; e Dirceu Bertiplaglia, de Nova Aurora, com 1,505 Kg. A média geral do mês em conversão alimentar ficou em, 1,674 Kg.

Outro critério avaliado é o crescimento diário das aves, do qual o cooperado de Tupãssi, Sergio Cristófoli, obteve um resultado de 76.81 gramas; Miguel Clemente, de Cafelândia, com 79.52 g; e Aldair Olivo, de Cafelândia, com 78.46 g. No geral a media do mês ficou em 71.13 g.

SATISFAÇÃO

Dono da melhor conversão alimentar de dezembro na piscicultura, Anaor de Oliveira diz que um bom resultado só é alcançado com o envolvimento de todos: pesquisa, genética, nutrição, apoio técnico e manejo, pois para ele são fatores que devem estar interligados, onde um completa o outro. “Procuro sempre trocar ideias com outros produtores, porque vejo que apesar de ser realidades diferentes, sempre tenho algo a aprender. E o que é bom aplico aqui na propriedade e com as orientações técnicas e o apoio da Cooperativa já estou vendo os resultados”, conta.

Formado em biologia e por gostar de lidar com animas, Anaor deixou a capital paulista e já está em seu nono lote de peixes no sítio da família no interior de Formosa do Oeste. “Estou feliz, fazendo o gosto em parceria com uma Cooperativa que evolui a cada dia na cadeia produtiva de tilápia”, conclui.

Responsável em prestar assistência técnica ao produtor, a extensionista Tayna Sgnaulin se sente realizada em saber que o resultado tem um pouco do seu trabalho. “Ver o produtor satisfeito é muito gratificante, ainda mais quando é um produtor que se dedica no dia a dia. Quando você chega na propriedade e vê o produtor caminhando ao redor do tanque com o oxímetro na mão, isso dá uma segurança maior, a gente sabe que ele está ali, está cuidando, e o Anaor tem muito disso”, elogia Tayna.