Campanha de atualização de rebanhos da Adapar está na reta final

A campanha de atualização de rebanhos de 2020, no Paraná, que teve início em 1º de maio, será finalizada em 30 de novembro. A atualização é obrigatória para todos os produtores rurais do Paraná e abrange todas as espécies de animais de produção, visando garantir a rastreabilidade e a sanidade dos animais de produção do Estado.

A atualização pode ser realizada presencialmente em uma das Unidades Locais da Adapar, Sindicatos Rurais ou Secretarias Municipais de Agricultura autorizadas.

Optando pela atualização on line, o produtor pode acessar o link www.produtor.adapar.pr.gov.br/comprovacaorebanho .Nesse caso, o produtor deve estar cadastrado na Central de Segurança do Estado do Paraná. Havendo necessidade de ajuste no cadastro inicial (correção de e-mail, etc.) onde não for possível o ajuste pelo sistema, o telefone de contato é o (41) 3200-5007.

A Adapar alerta que, após 31 de outubro, a Guia de Trânsito Animal (GTA) somente será emitida após a atualização de todas as espécies animais existentes na propriedade, portanto, o produtor que necessita movimentar seus animais, deve ter realizado a atualização até o final de outubro.

Caso a atualização do rebanho não seja realizada pelo produtor dentro do prazo estabelecido, estão previstas penalidades na legislação vigente, entre elas o pagamento de multa.

 

Área Livre: O Paraná é reconhecido nacionalmente como “Área Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação”, desde 1º de setembro deste ano (Instrução Normativa nº 52/2020). A medida deixou o Estado mais perto do reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já formalizou o pedido à OIE, que está avaliando o relatório do Paraná.

“A meta agora é conquistar o reconhecimento internacional, que se aprovado pela OIE, deverá ocorrer em maio de 2021. A conquista possibilitará a abertura de novos mercados e a atração de investimentos para as cadeias de suíno, peixe, frango, leite e bovinocultura de corte”, afirma o médico veterinário Walter Riberete, Coordenador do programa Paraná Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação.

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