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Contrabando de agrotóxicos causa danos à saúde e ao meio ambiente

Durante dois dias, o auditório da Polícia Federal de Foz do Iguaçu ficou lotado para debater assuntos de fronteira e ilegalidades. Foi mais um seminário realizado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômicos e Social de Fronteiras (Idesf).

O impacto do contrabando de agrotóxicos no agronegócio brasileiro, a segurança pública nas áreas de fronteira e a dimensão do mercado ilegal de telecomunicações foram os principais assuntos, mas também houve um painel que discutiu o tráfico de pessoas.

Os países do Mercosul precisam encontrar meios para que os preços dos produtos sejam similares. “Se o preço é muito mais barato em determinado país, é evidente que haverá mercado negro e contrabando”, afirmou o delegado da Interpol, Alessandro Maciel.

De acordo com ele, as falsificações custam no Paraguai 10% do valor do produto original no Brasil. “O Paraguai importa o produto da China, que não tem controle como o Brasil”, disse.