Justiça volta a fechar cerco contra glifosato e CNA defende as boas práticas no campo

A ofensiva do Ministério Público do Trabalho contra o glifosato reacendeu um dos debates mais sensíveis do agronegócio brasileiro: o equilíbrio entre produtividade no campo e riscos à saúde pública.

Por meio de ação, o MPT pediu à Justiça que suspenda imediatamente novos registros de produtos à base do herbicida mais utilizado no mundo, além de barrar fabricação, comercialização, importação, exportação e uso da substância no País.

O pedido foi direcionado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária e ao governo federal, sob o argumento de que existem evidências suficientes para revisão urgente dos riscos associados ao glifosato, especialmente para trabalhadores expostos diretamente ao produto e para a população em geral. Segundo os procuradores, há preocupação com possíveis impactos à saúde humana, ao ambiente de trabalho e à contaminação ambiental.

IMPACTO: – O relatório científico retirado citava especificamente o herbicida Roundup, da Bayer, um dos produtos mais conhecidos à base de glifosato e amplamente utilizado na agricultura em diversas regiões do mundo.

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